Arquivo mensal: janeiro 2011

#Novidade Larousse > Poker Face – A Ascensão de Lady Gaga



Em pouco mais de um ano, Stefani Germanotta, mas conhecida como Lady Gaga, se tornou celebridade no mundo todo. Cantora, compositora e designer, sua performance mistura cultura elitizada e comum, vanguarda com acessibilidade, autenticidade com artifício.

Baseado em mais de 50 entrevistas com amigos, empregados, rivais e os veteranos da indústria da música, Poker Face é a primeira biografia profunda do fenômeno cultural extraordinário que é a Lady Gaga.

Imperdível!

#ficaadica: Livro infantil – Bichodário


O que começa com a letra A? Uma aranha assanhada! E com a letra R? A raposa e o rinoceronte, rindo do rabo do rato. É assim que Telma Guimarães cria o Bichodário, um fauna colorida e super divertida com ilustrações de diversos animais, da Aranha a Zebra!

Imperdível!

Acompanhe a revista Sentidos na sua versão falada!


#ficaadica: Patchwork> Fazer, Lucar e Transformar



Coleção Arte & Criação nº 17, traz lindas dicas e sugestões de artesanato para você fazer, lucrar e transformar!

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#ficaadica: Blibioteca Machado de Assis – 6 obras de R$ 37,40 por apenas R$ 24,90


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Dom Casmurro – nº 5 (194 páginas)
A Mão e a Luva – nº 9 (98 páginas)
O Alienista – nº 14 (66 páginas)
Casa Velha – nº 17 (65 páginas)
Esaú e Jacó – nº 19 (190 páginas)
Memorial de Aires – nº 26 (135 páginas)

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Molde & Cia _ Edição nº 62 320 itens quentíssimos


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Apresentamos também, produções em estampa floral inspiradas no estilo romântico e figurinos em diferentes modelagens com tecidos nobres para grandes festas.

Conheça, ainda, diversas maneiras de usar as rendas e transparências em favor da feminilidade. Na matéria de capa, a dançarina Sheila Mello desfilou modelitos lindos com muito charme e elegância.

E mais: receitas de doce deliciosos e a previsão para cada signo.

Molde & Cia nº 62, adquira a sua agora mesmo!

Revista Sentidos : Amor sem limites


Pais e profissionais superam tudo para dar o melhor tratamento às pessoas com deficiência.

Renata Soares
Máximo Jr e Romulo Soares

Pedro nasceu cego, não fala, não anda e tem paralisia cerebral. Passou os primeiros quatro anos de vida deitado com a perna amarrada para não cair da cama. Alimentava-se com uma mistura de água, farinha de mandioca e açúcar. Beijos, abraços ou risadas não faziam parte de seu mundo. Mário Persona, escritor, professor e consultor de comunicação e marketing em Limeira (SP), tinha dois filhos quando se sensibilizou com o relato de uma amiga sobre um menino de quatro anos que morreria caso não fosse adotado. “Logo que chegou em casa, foi submetido à cirurgia de catarata congênita. Não apresentou melhora, pois seus olhos nunca receberam luz e não se desenvolveram”, conta Persona. Após passar por uma série de tratamentos, hoje, aos 28 anos, Pedro superou algumas limitações. Lia Persona Hadley, filha de Mário, cresceu auxiliando os pais nos cuidados com o irmão adotivo. “Quando ele chegou, achava que era o único que precisava de ajuda. Hoje, sei que muito mais do que fizemos, ele fez por nós. A presença dele na minha vida me ensinou a ser uma pessoa diferente e me inspirou na escolha profissional. Fiz enfermagem para trabalhar com outras crianças com deficiência nos Estados Unidos, onde moro atualmente”, conta. “Não existe nada de perfeito no Pedro, contudo, sempre está contente e feliz com o pouco que tem”, diz Lia, que há sete anos escreveu o livro “Uma Luta pela Vida” (Clube de Autores).

Máximo Jr e Romulo Soares
A Bat Angélica, de 43 anos, é mãe de Rodrigo. “Utilizo meus conhecimentos para ajudar as crianças com autismo”

Freelancer por opção
A gestação de Nicolas foi normal até a última semana, quando sua mãe teve perda de líquido amniótico acentuada. “Com o passar dos meses, percebemos algo errado. Ele não rolava, nem engatinhava, e era disperso. Não respondia aos chamados e com nove meses iniciou a fisioterapia. Foram anos para um diagnóstico. Passamos por inúmeros exames, tratamentos e profissionais. No Orkut descobrimos crianças como o Nicolas, com síndrome de Asperger, uma espécie de autismo”, conta o pai de Nicolas, Cristiano Santos, que mora no Rio de Janeiro. Por causa do físico franzino e baixo peso precisou passar por sessões de fisioterapia, terapia ocupacional, psicomotricidade, natação, equoterapia, psicopedagogia, acompanhamento pediátrico e psicológico. Com tudo isso, Cida, a mãe, deixou o emprego de 16 anos. “Há três anos, trabalho como freelancer em casa para ficar mais presente. Estes cuidados são fundamentais para o desenvolvimento do Nick. Levo-o duas vezes por semana na terapia e ajustei meu horário para acompanhá-lo”, completa. E se a pergunta é: Valeu a pena? a resposta é: Claro que sim! “Graças ao tratamento psicológico, que fazemos há dois anos, aceitamos os problemas e demos a volta por cima.”

A She-Ra Onízia, 44 anos, mãe de Danilo.
“Aprendi a ter paciência. Foi uma lição de vida”

Máximo Jr e Romulo Soares
A Incrível Ivone de 66 anos é mãe de Emílio. “Eu levava meu filho nos braços para o tratamento”

Mãe em tempo integral
A vida de Angélica Paiva, dentista, e de Vasco Paiva, engenheiro, mudou completamente após o nascimento de Rodrigo. O autismo foi descoberto quando o garoto tinha um ano e dez meses. “Neste período, parou de falar e não fixava o olhar quando era chamado”, conta Vasco. Foi então que a busca incessante começou. Falta de profissionais capacitados, discriminação nas salas de espera dos terapeutas e, principalmente, nas escolas. Angélica deixou o emprego para cuidar do filho que hoje está com 10 anos. “Estudei sobre o autismo e utilizei meus conhecimentos para ajudar essas crianças. Sinto-me realizada”, revela. “É difícil explicar em palavras toda mudança pessoal. Não é só o trabalho, é a descoberta de um mundo novo e diferente, e nem sempre aceito.” Mesmo com todo o preparo, muitas vezes, ainda é pega de surpresa. “Em uma viagem que fizemos à França, expliquei para a moça responsável pela revista no aeroporto que o Rodrigo era autista, mostrei o atestado médico e perguntei se poderia ajudá-la. Ela não deixou e, ao tentar fazer a revista sozinha, levou uma mordida no braço e um empurrão que a fez cair no chão. A minha atitude neste momento foi dizer: “Eu te avisei”. Espero que ela considere os comentários dos pais de crianças com deficiência e seja menos inábil com outras”, desabafa Angélica.

Volta às Aulas com as publicações da Escala, Larousse e Escala Educacional.


Reportagem: Perdoar faz bem! ( Atrevida ed. 197)


É natural morrer de raiva da sua amiga quando ela pisa feio na bola. Mas criar coragem para conversar e tirar tudo a limpo é o único jeito de acabar com essa mágoa que ficou. E pode acreditar: você vai se sentir outra depois dessa D.R.

A coisa mais comum do mundo é a gente se desentender com uma amiga, na adolescência. E tanta briga tem até certa razão de ser. Afinal, é nessa fase que estamos mudando rapidamente os nossos gostos da infância para descobrir o que, de fato, nos faz felizes agora. “No processo de amadurecimento, ficamos diferentes. Então, pode ser que aquela sua amiga que tinha tudo a ver, de repente, se torne uma pessoa diferente e aí pode acontecer um afastamento lento e natural”, explica o psicólogo Armando Colognese Junior, do Instituto Sedes Sapientiae.

Agora, quando no meio dessa confusão ainda rola uma mancada feia, uma traição ou coisa do tipo, a história complica. Isabella Faião, de 18 anos, viveu com a BFF um lance de novela. “Éramos amigas desde a creche e, num belo dia, a garota resolveu ficar com o garoto de quem eu estava a fim. Ela sabia que eu gostava do menino, mas não resistiu”, lembra. A amiga (da onça?) ligou para a Isa no dia seguinte, logo cedo, para contar e se desculpar. “Foi horrível para nós duas. E aquilo me pegou tão de surpresa que eu não sabia o que dizer, precisava de um tempo para pensar. Só voltamos a conversar depois”, conta. A tática usada pela Isa está mais do que certa. “Se estiver muito magoada ou com raiva, é melhor nem conversar, porque a probabilidade de se criar um conflito maior é grande. Além disso, pensar sobre o que aconteceu pode ser bom. Você pode tentar entender o que fez o outro agir como agiu, tentar se colocar no lugar dele.

Mas, depois de um tempo, é bom colocar seus pensamentos à prova, dar a chance de o outro se defender, mostrando a versão que ele tem dos fatos. Ficar só fantasiando sobre o que rolou não resolve”, avisa o psicólogo Antonio Sergio Marques. É claro que o exemplo da Isa é punk. Mas existem situações em que, só de tentar enxergar o fato por outro ângulo, a gente já percebe que pode e deve perdoar. “Em muitos casos, interpretamos mal o que a outra disse ou idealizamos demais a amiga, achando que ela sempre vai estar de acordo com a gente. Então, basta que ela não aja do modo como esperamos e nos sentimos ofendidas. Mas esse é o tipo de situação em que a reflexão tem de ser nossa, se eu coloquei expectativas demais nessa amizade ou se fiquei esperando que ela fizesse tudo só para me agradar”, explica Armando. Mas voltando à história da Isa: ela e a amiga conversaram depois. E adivinha? Se entenderam! “Eu fiquei chateada, mas tentei lembrar também de um monte de coisas boas que a gente já tinha vivido juntas e achei que ela merecia uma chance. Além do mais, eu percebi que ela ficou triste de verdade, que tinha se arrependido e que estava sendo sincera comigo”, conta.

Mais uma vez a Isa acertou em cheio! Ela reavaliou a vivência toda com a amiga, em vez de considerar só aquela falha isolada. “O perdão verdadeiro só acontece quando reconhecemos que a outra pessoa errou, mas também quando acreditamos que ela pode se superar. É como perceber que a amiga continua sendo uma boa pessoa e que as qualidades que ela tem valem mais do que os defeitos”, diz Armando.

E o mais surpreendente de tudo: a Isa garante que, depois desse perrengue por causa do pretê, a amizade das duas se fortaleceu. “Hoje somos muito mais amigas. E ela já me ajudou milhares de vezes quando eu precisei, ficou do meu lado, mesmo. Então, eu sei que tomei a decisão certa ao dar uma segunda chance a ela”, diz.


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