Arquivo diário: 26/11/2010

Reportagem: Bom humor também decora.


Povoado por toy arts, móveis lúdicos e outros achados com preços em conta, o apartamento do apresentador e humorista Fernando Muylaert é um verdadeiro parque de diversões.

O humorista e apresentador Fernando Muylaert poderia ser mais um forte candidato a representante da atual “geração canguru”, cujos integrantes, acima da casa dos 30 anos e mesmo com vida profissional já estabelecida, demoram cada vez mais para saírem da casa dos pais. Mas, há dois anos, ele resolveu alçar voo solo e abrir mão das mordomias para morar sozinho. Espaçoso, o apartamento de 140 m2 e quatro dormitórios pequenos, utilizado como estúdio fotográfico pelo pai, só precisaria de uma reforma rápida. A ótima localização e o fato de o prédio ser todo emoldurado por heras que se espalham pela fachada convenceram rapidamente o futuro morador. Negócio fechado, o passo seguinte foi se jogar de cabeça no desconhecido mundo da arquitetura e decoração.

Para ficar do seu jeito, as paredes vieram abaixo, criando ambientes integrados com a ajuda da arquiteta Silvia Contier. Muylaert acompanhou todas as etapas do seu “loft”. E, para quem nunca havia chegado perto de um projeto, até que acrescentou ideias bacanas. A varanda integrada ao ambiente social foi uma delas. O teto de gesso, que camufla o projeto luminotécnico e acaba antes da janela, também. Muylaert ainda ajudou a pensar no imenso painel bicolor do living, que abriga equipamentos e cria um home theater na sala de estar. Para a suíte, optou por substituir uma das paredes de alvenaria por outra totalmente envidraçada, que lhe permite assistir televisão enquanto relaxa na hidromassagem. “A ideia era aproveitar ao máximo os espaços e ter luz natural por toda parte”, diz o apresentador. “Acabei aprendendo muita coisa”, diz. “Principalmente que casa ampla não é pra ficar sozinha.””

Por Carlos Salmaso / Fotos: Ricardo Breda / Produção: visual Elisa Soveral

A reportagem completa e  muito mais você encontra nesta edição da Dcasa


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John Lennon por trás da fama e da vida pública, visto pelos olhos da mulher que amou o homem e conviveu com o mito.


“Chegou o momento, e eu agora me sinto pronta para contar a verdade sobre John e sobre mim, relembrando os anos que passamos juntos e os decorridos desde a sua morte. Há muitas coisas que nunca revelei, muitos incidentes sobre os quais nunca falei e muitos sentimentos que ainda não havia expressado: de um lado, um grande amor; de outro, dor, sofrimento e humilhação. Só eu sei o que realmente aconteceu entre nós, por que ficamos juntos e por que nos separamos, além do preço que tive de pagar por ter sido mulher de John. Aqui está o verdadeiro John – um homem irritante, adorável, algumas vezes cruel, engraçado, talentoso e carente, que causou impacto tão profundo no mundo.”

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Para os pilotos de Fórmula 1, Bernard Cahier era um fotógrafo, claro. Mas ele era, acima de tudo, um deles.Bernard não foi apenas uma testemunha privilegiada dos primeiros anos da F1. Ele foi seu autor. Suas fotos comprovam os verdadeiros momentos de intimidade compartilhada.

Depois veio Paul-Henri Cahier. A sucessão aconteceu docemente, naturalmente, como se o pai transmitisse seu testemunho ao filho. Assim, todos os pilotos de seis décadas da F1 desfilaram diante das objetivas do pai e do filho Cahier – de Nino Farina, primeiro campeão mundial em 1950, a Fernando Alonso.

A escolha foi cruel: 72 pilotos lendários foram reunidos, e seus perfis e destino contam a história da F1.

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